terça-feira, 28 de setembro de 2010

Livre (parabéns Wild!)



Uma rapariga descalça

Pisa a erva enquanto corre

Com suavidade e graça.


Quase voa

Na sua velocidade

Na sua liberdade 

Pode fazer tudo.


Ela está livre

Porque pode correr

Porque pode voar.


Porque pode gritar

«Sou Rainha

Sou Dona do Mundo

Sou Dona do Sol

Posso fazê-lo nascer

Essa hora é minha

Posso ler enquanto o vejo descer

Para se pôr e desaparecer lá ao fundo

E no dia seguinte vou fazer amanhecer

Porque sou livre e faço o que quiser».


Pode correr

Ganhar tanta velocidade

Que começa a voar

Quase sem se esforçar

Com leveza angelical.


Ela é livre

Ela é pura

É um anjo que vive

Sem qualquer amargura

Ou arrependimento

De vir ao mundo e crescer

Como qualquer outro ser.


________

Parabéns Wild Angel! Continua a crescer, não abuses é do teu lado selvagem!

5 Comments:

Leto of the Crows said...

Quando alguém nasce, nasce selvagem! Não é de ninguém! *Leto canta*

p a t r í c i a * said...

Pede a lua, pede o sol, pede o mundo se quiseres! Nada eu te vou negar, meu Anjo Selvagem!

Wild Angel said...

Oh!!!..... *.* *.* *.*
Bigada Lifizinha, adorei o poema!! =D=D=D

És muito querida ^^
Beijos muito grandes!!

Lin Na said...

O poema é fresco, e livre. Faz lembrar a Wild. :D

Beijos.

Ravene

p a t r í c i a * said...

De nada, Wild! Parece mesmo que te passaste com o poema... vai beber um copo de água a ver se te acalmas um bocadinho xD Ainda bem que sou muito querida :D Mas é uma prenda de anos... :P

Eu sei que parece a Wild! Foi feito a pensar nisso! Ainda bem que gostaste, Lin Na ^^